O Sindicato das Classes Policiais Civis do Paraná (Sinclapol) emitiu nota criticando a ação do Ministério Público nas investigações de supostas torturas aos suspeitos do caso Tayná. Para o Sindicato, a prisão dos policiais foi exagerada, já que "o simples afastamento dos Policiais da Delegacia do Alto Maracanã já elimina o pressuposto da garantia da ordem pública".

Além disso, a entidade alega que um policial civil que está de licença desde março teria sido reconhecido pelos quatro suspeitos como um dos autores das agressões. De acordo com o Sindicato, o policial teria sido afastado de suas funções mesmo sem nunca ter trabalhado na Delegacia do Alto Maracanã.

Na nota, o Sindicato afirma ainda que o reconhecimento dos supostos torturadores foram feitos de forma irregular, já que "o reconhecimento fotográfico não possui previsão legal".

Ao todo, 14 pessoas, dentre elas, um delegado, policiais civis, policiais militares e um guarda municipal, foram detidas acusadas de terem torturado os quatro homens suspeitos de envolvimento no assassinato da adolescente.

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