Rio - Um mês depois que a estudante Luciana Gonçalves de Novaes foi baleada no pátio da Universidade Estácio de Sá, a polícia ainda não descobriu quem atirou e já pediu ao Ministério Público a prorrogação do inquérito. Luciana, que ontem completou 20 anos, passou por três cirurgias reparadoras, sendo duas na coluna, respira com a ajuda de aparelhos e pode ficar tetraplégica. Em homenagem ao aniversário da estudante, foi rezada uma missa na Catedral Metropolitana do Rio. O chefe de Polícia Civil do RJ, Álvaro Lins, admitiu as dificuldades na investigação. Desde o início do caso, a polícia ouviu 65 pessoas e apresentou pelo menos quatro versões para o crime.

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