Carteiro é despedido por enviar rosas a colega de trabalho nos EUA
Washington, 25 (AE-ANSA) - Um empregado do correio norte-americano foi despedido por ter "molestado sexualmente" uma colega de trabalho ao enviar um buquê de rosas. No entanto, Abdullah Amin, que vive em Nova York, sustenta que somente dirigiu a palavra a sua colega Monica Best três vezes num período de dois anos. "Em maio de 1997 a convidei para ir a um concerto. Ela respondeu que não podia. Um ano depois, quando a vi no restaurante da empresa, a convidei para sair comigo. Mais uma vez ela rejeitou minha oferta", disse Amin, de 44 anos, ao jornal New York Post. Em março deste ano, o romântico carteiro fez uma nova tentativa, com um buquê de rosas acompanhado por uma carta. Contudo, algumas semanas depois ele foi despedido. "Amin tentou três vezes conseguir um encontro. Em todas as vezes, o convite foi feito de forma correta. Nos contatos não houve a menor conotação sexual", afirmou seu advogado, Robert Lashaw. A mulher admitiu nos tribunais que as ofertas de Amin não tinham nenhuma implicação sexual. "Porém, ele parecia não compreender o significado da palavra não", afirmou Monica Best. Mesmo reconhecendo a falta de delito sexual, um juiz de apelações confirmou a demissão de Amin, argumentando que o carteiro "invadiu a privacidade" da mulher.





