Carta aponta premeditação
São Paulo - O autor do massacre na escola carioca deixou uma carta que dá a ideia de premeditação do crime. De acordo com o porta-voz da Polícia Militar, tenente-coronel Ibis Pereira, o documento está confuso e foi recolhido para ser usado como prova nas investigações.
''Ele deixou uma carta assinada sem nenhum sentido, que mostra que entrou determinado a fazer um massacre, uma chacina'', afirmou Pereira. Em um dos trechos, o atirador diz ser portador do vírus HIV e que via ''impureza nas crianças.''
Baseado no conteúdo da carta, o porta-voz da PM disse que o suspeito deveria ter um desvio de personalidade. ''Ele era um fanático religioso, um quadro de demência religiosa. Ele via nas crianças algo impuro'', afirmou Pereira.(A.E.)





