Carreata de metalúrgicos na Anfavea deve ter baixa adesão
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quarta-feira, 06 de outubro de 1999
por Marli Olmos 
São Bernardo do Campo, 07 (AE) - A carreata que os metalúrgicos estão preparando para uma manifestação em frente à Anfavea - entidade que representa as montadoras - contará com pequena adesão. Na Volkswagen de São Bernardo, a maior fábrica, menos de mil trabalhadores estão aguardando a saída dos ônibus. A maior parte dos cerca de 10 mil que trabalham no primeiro turno sequer foi trabalhar. O mesmo aconteceu na Ford, Mercedes-Benz e Scânia.
Segundo presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, "este é o risco que se corre em greves avisadas com antecedência". O movimento está sendo coordenado pela CUT e Força Sindical. Em São Paulo, área da Força, também há poucos trabalhadores da Ford do Ipiranga e outras empresas de autopeças que os sindicalistas pretendiam parar. O grupo vai se reunir por volta das 10 horas em frente à sede da Anfavea, na avenida Indianópolis, em São Paulo.
A idéia é protestar contra a recusa das montadoras em negociar um contrato coletivo em todo o País, prevendo salários iguais para os empregados das fábricas de veículos de todos os Estados.


