A cantora mexicana Gloria Trevi, acusada em seu país de corrupção de menores, disse à Polícia Federal que não pedirá a abertura de um inquérito para apurar os supostos estupros sofridos por ela na carceragem da Superintendência da PF em Brasília.

Pela lei penal, para que a polícia possa investigar o crime de estupro, a vítima deve encaminhar uma representação. Sem o pedido não é possível a abertura de inquérito. A falta de representação não impede, porém, que a polícia investigue delitos cometidos por servidores públicos, o que está sendo feito.

A cantora, que está no sétimo mês de gestação, ficou grávida enquanto estava presa na PF, sem direito a visitas íntimas. Trevi diz que sua gravidez resultou de relações sexuais ''não consensuais''.

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