Os países do primeiro mundo conseguiram crescer por meio das parcerias da iniciativa privada com o serviço público. No Brasil, onde as deficiências dos sistemas de saúde levou a Associação Médica Brasileira de Acupuntura (AMBA), a desenvolver um projeto de capacitação profissional em conjunto com a Coordenadoria de Saúde Integrativa de Campinas (SP).
No final de 2005, essa parceria promoveu um curso para treinamento de médicos na prática da Craniopuntura de Yamamoto - Yamamoto New Scalp Acupuncture (YNSA), criada em meados de 1970 pelo médico Toshikatsu Yamamoto.
Essa técnica aplica agulhas menores em um microssistema localizado na cabeça do paciente e que representa o corpo todo. É indicada para diversos tipos de dor e sequelas e sequelas neurológicas de AVCs como hemiplegia, paraplegia, paralisia facial e parestesias. O sistema é interessante porque substitui as macas por cadeiras ou poltronas, com ganho de espaço nos consultórios e ambulatórios.
Os 60 médicos capacitados participaram do Simpósio Internacional Brasil/Japão, em São Paulo. No início de 2006, Campinas criou o primeiro ambulatório para controle da dor e outras moléstias baseado na técnica.
O trabalho monitorado por profissionais da Universidade de Campinas (Unicamp) resultou na redução do uso de medicamentos pelos pacientes, em especial de antiinflamatórios (12,5%).
Segundo o presidente da AMBA, Ruy Tanigawa, outro trabalho semelhante foi realizado recentemente em Piracicaba (SP). ''Pretendemos estender a realização deste e outros cursos em várias regiões do Estado de São Paulo e do País''. ''Com isso, a AMBA dá um suporte mais eficiente à saúde da população, e a custos menores em função do menor uso de medicamentos. Além disso, trata-se de uma de atualização técnica gratificante para o médico, que constata uma recuperação mais rápida de seus pacientes'', destaca o médico.


Serviço:

Informações sobre a Associação Brasileira de Acupuntura (AMBA) no site www.amba.org.br

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