Caminhoneiros não aceitam novo acordo e mantêm greve em Londrina
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segunda-feira, 28 de maio de 2018
Rafael Machado<br>Grupo Folha 
O presidente do Sindicam (Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos de Londrina e Região), Carlos Dellarosa, declarou nesta segunda-feira (28) que a categoria não concordou com a proposta divulgada em rede nacional pelo presidente Michel Temer na noite do último domingo. Segundo a nova tratativa, o governo pretende cancelar a cobrança dos eixos suspensos dos caminhões nos pedágios, a redução no preço do litro do diesel em R$ 0,46 e a implantação de um valor mínimo do frete para o transporte rodoviário.

Para encerrar a greve, que já dura oito dias, Dellarosa adiantou a sugestão de redução de R$ 1 do diesel na bomba. "Essa é uma pauta nacional", disse. Na região de Londrina, a PRF (Polícia Rodoviária Federal) confirmou 17 pontos de bloqueio na BR-369, BR-153 e BR-376. A PRE (Polícia Rodoviária Estadual) registrou 28 mobilizações nas rodovias do entorno. Em todos os monitoramentos, não houve confrontos.
Enquanto isso, a Secretaria Municipal de Educação e o NRE (Núcleo Regional de Educação) divulgaram que as redes estadual e municipal de ensino não terão aulas nesta segunda-feira. A UEL, UEM e UENP informaram que as atividades estão suspensas desde a última quinta-feira. Na UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) paralisou as funções por tempo indeterminado nos 13 campi.
(com informações da Folhapress)


