A Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias da Câmara dos Deputados deve designar um grupo de trabalho para acompanhar as investigações sobre as denúncias de falsificação e adulteração do prazo de validade da pílula anticoncepcional Femina, fabricada pelo laboratório Aché. Os deputados não se convenceram com as explicações do advogado do laboratório, Júlio César dos Santos, que depôs ontem à Comissão. Santos justificou a dilatação da data de vencimento do medicamento de dois para três anos sob o argumento de que o produto usa embalagens do tipo longa vida, o que aumentaria a sua duração.

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