São Paulo, 01 (AE) - A volta do rodízio municipal, hoje, foi acompanhada por uma obediência menor pela manhã que as médias de 1997 e 1998. De acordo com informações da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), 87% dos motoristas respeitaram a restrição entre as 7 e às 10 horas. No ano passado, o índice médio foi de 92%, no primeiro semestre, e de 90%, no segundo. Em 1997, ano da criação do rodízio, a obediência pela manhã foi de 88%, em média.
Mesmo assim, os índices de congestionamento da manhã foram inferiores aos de 2 de fevereiro do ano passado. Naquele dia, como hoje, começava o rodízio e as aulas em escolas da capital. Apenas às 7h30 a lentidão de hoje foi superior a de um ano atrás com 27 quilômetros de congestionamento. No ano passado, esse índice foi de 19 km.
À tarde, a situação inverteu-se. Das 12 às 16 horas, todas medições da CET foram superiores às feitas no ano passado. Os índices de lentidão nesse período variaram entre 21 e 47 quilômetros. Em 98, entre 2 e 15 km. Fila - Para que esses números não fossem maiores, a CET montou esquemas especiais na porta de algumas escolas. Faixas para embarque e desembarque, marronzinhos orientando o trânsito e funcionários, que formam um grupo de mímica, tentando que pais, mães e alunos atravessassem a rua na faixa, não evitaram que motoristas parassem em fila dupla e o trânsito complicasse.
Na Avenida Higienópolis, onde há dois colégios - Rio Branco e Sion -, e apenas parte dos alunos de um deles havia iniciado as aulas hoje, o período entre as 12 e às 13 horas foi complicado. Não há semáforos ali e poucos pedestres tiveram paciência para esperar o apito do marronzinho e a parada dos veículos.
Na Rua Alagoas, em Higienópolis, não havia fiscais da CET em frente da Fundação Armando álvares Penteado (FAAP) e motoristas preferiram parar em fila dupla a andar alguns metros e estacionar em uma vaga.

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