Brasília, 16 (AE) - O ministro da Justiça, Renan Calheiros, informou há pouco que se o presidente do Banco Marka, Salvatore Cacciola, não comparecer para depoimento à Polícia Federal às 10 horas da próxima segunda-feira, estará sujeito a prisão preventiva, por recursar-se a colaborar com a Justiça. O ministro disse que se Cacciola não comparecer e permanecer fora do Brasil, poderá ser solicitada a sua extradição. Calheiros disse acreditar, no entanto, que nada disso será necessário, pois ele já se comprometeu, por intermédio de seus advogados, a comparecer para o depoimento.
Em princípio, Cacciola será ouvido pela Polícia federal do Rio de Janeiro. Mas há um pedido da CPI dos Sistema Financeiro para que ele seja ouvido pela Polícia Federal de Brasília. O procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, esclareceu que antes de um eventual pedido de extradição é necessário que haja pelo men os uma denúncia criminal, ou uma sentença em julgado.

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