O buraco de ozônio sobre a Antártida este ano chegou a 26 milhões de quilômetros quadrados, mais ou menos do tamanho da América do Norte, segundo cientistas da Nasa e da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) dos EUA. O cálculo parece alarmante, mas na verdade é boa notícia para o planeta. O buraco atual é tão grande quanto nos últimos três anos - ou seja, não aumentou - e a camada de ozônio parece estar mais forte do que no passado. O fenômeno consiste em um afinamento da camada de gás ozônio que protege a Terra da radiação ultravioleta do Sol, que pode causar câncer de pele e catarata em seres humanos. O chamado ''buraco'' costuma aparecer sobre a Antártida durante a primavera, quando a luz solar serve de combustível para reações químicas na atmosfera envolvendo gases nocivos como os do tipo CFC, que destroem o ozônio.

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