Através de brincadeiras e games no computador, a pequena Carolina Baldo do Nascimento Rodrigues, de 7 anos, vai distinguindo alguns sons e melhorando a fala. Com o software, ela percebe visualmente a diferença do som que emite e de como deveria estar emitindo.
No seu caso, o tratamento fonoaudiológico foi indicado, explica a mãe, a professora Daniela Cristina do Nascimento Rodrigues, porque em plena época de alfabetização a menina começou a trocar algumas letras, como ''p'' por ''b''. ''Na fala, como eu estava acostumada, não percebia, mas isso ficou claro na escrita'', conta Daniela, lembrando que quando a filha tinha três anos também precisou de fonoaudiologia, porque ninguém além da mãe entendia o que ela falava.
O melhor, avalia a professora, é procurar atendimento rápido, até porque as respostas também são rápidas. ''No caso do meu filho mais novo eu converso bastante e corretamente, já sei o que não devo fazer'', afirma Daniela, se referindo ao filho Lucas, de 1 ano e dois meses.
Na clínica de fonoaudiologia da Unopar, a dona de casa Maria Estela Peder da Silva Nunes ouve com atenção as instruções da fonoaudióloga, como não dar chupeta ao filho e caso der mamadeira, usar bico anatômico. O primeiro filho, Ezequiel, de pouco mais de 1 ano, já começa a falar as primeiras palavras, e ela não quer que ele tenha problemas. ''Lá em casa a gente conversa muito com ele, mas muita coisa eu não sabia porque sou mãe 'de primeira viagem''.(C.P.)

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