A contabilista goiana Magna de Souza Lemos, de 31 anos, morta possivelmente por uma quadrilha especializada em assaltar imigrantes clandestinos na fronteira entre o México e os Estados Unidos, corre o risco de ser enterrada como indigente em solo mexicano. Ela foi encontrada morta na periferia de Mexicali, na quinta-feira. Os pais de Magna - que vivem em Orizona, a 122 km de Goiânia - têm até hoje para pedir o traslado do corpo. Os custos estão avaliados em US$ 5 mil. A família disse que não tem dinheiro para bancar o transporte. A morte de Magna está cercada de mistério. A embaixada do Brasil no México informou que a contabilista morreu na quinta-feira. Apesar de o laudo apontar insuficiência respiratória e enfarte, há sinais de violência sexual no corpo. Após trabalhar por um ano em Portugal, Magna tentava entrar ilegalmente nos Estados Unidos, com o brasileiro Nivaldo da Silva. A suspeita do Itamaraty é de que o casal tenha sido vítima de quadrilha especializada em roubar imigrantes.

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