O relatório prevê que, em 2025, a América Latina saltará dos atuais 499 milhões para 689 em 2025. O Brasil passará para 265 milhões, contra os 157,1 referentes aos dados de 1997. A taxa de mortalidade infantil no País, de 35 mortos em cada mil crianças, deverá chegar a 42 até o ano 2000, índice abaixo da Bolívia (66) e acima do Paraguai (39). E o número de pessoas com mais de 65 anos aumentará de 25 milhões, hoje, para 66 milhões em 2025 e 135 milhões em 2050.
Especialistas têm debatido o ‘‘envelhecimento’’ do País desde 1995. A queda da fecundidade (de 4,01 filhos por mulher, nos anos 80, para 2,66 filhos nos 90) não reduziu a pobreza e nem diminuiu a concentração de renda.
Segundo eles, as projeções indicam que o País terá de repensar com urgência sua política de atendimento aos idosos, já que uma das consequências do aumento dessa faixa etária da população é o encarecimento dos serviços de saúde e de previdência. (AE)

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