São Paulo, 04 (AE) - O Brasil volta a ocupar a abertura da seção de Finanças e Economia, na próxima edição da revista "The Economist", com data do próximo dia 6. No artigo "A escorregadia ladeira brasileira", a revista, além de falar da escolha de Armínio Fraga para o Banco Central, constata que não há uma saída fácil para os emergentes, na crise.
Segundo a revista, a escolha de Fraga teria conseguido restaurar um pouco a credibilidade do Brasil. "O Brasil, no entanto, precisa mais do que um novo presidente do Banco Central", afirma "The Economist". O País precisa estabelecer políticas monetária e fiscal que convençam os mercados de que sejam capazes de evitar uma inflação descontrolada ou a moratória da dívida, segundo a matéria.
"The Economist" constata que o Brasil foi o principal assunto durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, ao longo da última e desta semana. Relata as opiniões de economistas como Rudi Dornbusch, Jeffrey Sachs e o ex-ministro argentino Domingo Cavallo sobre o que poderia ser feito no País. Segundo a revista
não há consenso geral sobre como sair da crise. E, mais ainda: os países emergentes ainda estão vulneráveis a mais uma repique.

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