O gasoduto boliviano-brasileiro, considerado a maior obra de engenharia civil do último quarto de século na América do Sul, que será inaugurado terça-feira na fronteira entre os dois países, vai melhorar substancialmente o desempenho da economia da Bolívia, a nação mais pobre da região. Segundo estimativas oficiais divulgadas ontem, a venda de gás natural ao Brasil dará á economia boliviana 1,6 bilhão de dólares nos próximos 20 anos. Organismos multilaterais e empresas privadas, entre eles o Banco Mundial e
o BID, financiaram a monumental obra com cerca de dois bilhões de dólares
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