Bornhausen nega feriado bancário e confisco
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segunda-feira, 01 de fevereiro de 1999
Por Demétrio Weber 
Brasília, 31 (AE) - O presidente nacional do PFL, Jorge Bornhausen, saiu do Palácio da Alvorada afirmando que não haverá moratória, feriado bancário ou confisco e que o momento deve ser de tranquilidade.
"Queremos tranquilizar a sociedade brasileira, pois o presidente é o maior interessado na defesa do real." Bornhausen, que esteve no Palácio por mais de uma hora, acompanhado do vice-presidente Marco Maciel, admitiu, contudo, que amanhã (01) será um dia "de muita tensão", embora não veja motivos para pânico ou nervosismo. "A reabertura de um mercado que fechou tenso na sexta-feira (29) também deve ser tensa", avaliou. Ele voltou a defender a privatização de subsidiárias do Banco do Brasil (BB-DTVM), Petrobras (BR-Distribuidora ) e Caixa Econômica Federal (Sasse Seguradora) e ressalvou que falava em seu nome e não em nome do partido. "Como é um momento difícil, acho que cabe ao ministro da Fazenda analisar as diversas hipóteses." O presidente do PFL disse que o governo ainda não colocou na agenda a privatização de algumas empresas como a BR Distribuidora que, na opinião dele, não "faz falta nenhuma ao País".


