A sindicância ainda não conclusiva da Polícia Federal aponta indícios de gravidez consentida da cantora mexicana Glória Trevi, durante sua permanência na cela da Superintendência da PF em Brasília. Um preso declarou ter ouvido do assaltante Marcelo Borelli que a gravidez teria sido fruto de uma inseminação artificial, feita por meio de um aplicador intravaginal. A conclusão dependerá de um depoimento de Glória.
''Ela só não pode dizer que eu a estuprei; mais essa na minha ficha, não'', teria escrito Borelli em uma carta de 11 de outubro enviada ao ex-namorado da cantora, Sérgio Andrade Sanches. Para o delegado responsável pela sindicância, Francisco de Assis Guimarães Sobrinho, a suposta declaração de Borelli, somada ao depoimento do preso, são indícios fortes.
Em uma carta anterior, de 3 de setembro, Borelli diz a seu advogado que ele ficaria sabendo de uma notícia. ''Notícia que deixará a imprensa louca para falar comigo'', afirma Borelli na correspondência, que também passará por exame.

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