São Paulo - Após cerca de 37 horas de trabalho, os bombeiros conseguiram apagar, na madrugada de ontem, o fogo que atingiu contêineres no terminal portuário da empresa Localfrio, em Guarujá, no litoral de São Paulo. Segundo o tenente Rafael Marques, ao menos 14 carros e 42 homens da corporação atuaram no terminal durante a madrugada.
A população que vive próximo ao pátio da empresa, onde aconteceu o acidente, começou a voltar para casa na sexta, seguindo recomendação da prefeitura. Mas a nuvem tóxica continua na cidade do litoral sul paulista e se alastrou para ao menos outros três municípios: Santos, São Vicente e Cubatão. O vazamento aconteceu na tarde de quinta-feira. A substância dicloroisocianurato de sódio, que estava armazenada em formato granulado e em pequenos pacotes dentro de um contêiner da Localfrio, entrou em contato com a água, liberando grandes quantidades de fumaça tóxica, que provocaram fogo. Terminais vizinhos ao da empresa paralisaram as atividades, e dezenas de caminhões ficaram estacionados. Segundo especialistas, como a fumaça se dispersou ao ar livre, os potenciais danos à saúde são menores.iu contêineres no terminal portuário da empresa Localfrio, em Guarujá, no litoral de São Paulo. Segundo o tenente Rafael Marques, ao menos 14 carros e 42 homens da corporação atuaram no terminal durante a madrugada.
A população que vive próximo ao pátio da empresa, onde aconteceu o acidente, começou a voltar para casa na sexta, seguindo recomendação da prefeitura. Mas a nuvem tóxica continua na cidade do litoral sul paulista e se alastrou para ao menos outros três municípios: Santos, São Vicente e Cubatão. O vazamento aconteceu na tarde de quinta-feira. A substância dicloroisocianurato de sódio, que estava armazenada em formato granulado e em pequenos pacotes dentro de um contêiner da Localfrio, entrou em contato com a água, liberando grandes quantidades de fumaça tóxica, que provocaram fogo. Terminais vizinhos ao da empresa paralisaram as atividades, e dezenas de caminhões ficaram estacionados. Segundo especialistas, como a fumaça se dispersou ao ar livre, os potenciais danos à saúde são menores.

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