Bom humor e ofurô para amenizar crise
É só ficar muito nervosa ou triste, que a cabeleireira Rosângela Mosson, de 45 anos, já sabe - coluna e pescoço travam e a dor começa. São as crises de fibromialgia, que enfrenta há pouco mais de seis anos. Nesse tempo, ela descobriu que bom humor é fundamental.
É uma dor horrível, você já acorda cansada. Quando tive a minha primeira crise fiquei um ano e meio andando de chinelinho descartável porque se formaram uns carocinhos no meu pé e não conseguia calçar outra coisa, lembra.
Ela conta que demorou para descobrir que tinha fibromialgia, e chegou a tratar a doença como reumatismo. Os sintomas eram parecidos, mas nunca dava nada nos exames. Na época não era tão divulgado, lembra. Rosângela acredita que a doença tenha fundo emocional pois apareceu logo após a morte de um dos filhos.
Hoje, ela consegue conviver bem com a doença, mas teve que aprender alguns truques. Quando estou em crise faço de tudo para amenizar as dores, massagem, ofurô e uso analgésicos. Alongamento já se tornou um hábito e, quando estou muito triste, dou um jeito de sair e ir dançar. Volto renovada. (C.P.)





