Bolsa de Tóquio fecha em +1,24% na estréia do novo Nikkei-225
São Paulo, 24 (AE/Dow Jones)- A Bolsa de Tóquio encerrou em alta, no dia de estréia da nova composição do Nikkei-225. O principal índice de referência do pregão japonês sofreu a maior mudança desde a sua criação, há 50 anos, com a substituição de 30 papéis. As 30 ações removidas do índice têm um valor de mercado conjunto estimado em 941 bilhões de ienes, enquanto os 30 novos membros do Nikkei-225 possuem um valor de mercado de 84 4 trilhões de ienes, segundo Paul Migliorato, do Commerz Securities (Japan) Co. O Nikkei-225 subiu 227,47 pontos (+1,24%)
para fechar em 18.480,15 pontos, após ter atingido uma máxima no dia de 18.987,34 pontos. O Topix, índice amplo com a movimentação das ações da sessão matutina, evoluiu 26,69 pontos (+1,63%), para 1.660,81 pontos.
A NTT Data disparou 12%, revertendo parte as perdas acumuladas na semana passada, quando o preço de suas ações caiu um quinto, para o nível m ais baixo desde 1º de outubro. A Sony avançou 3,3%, após ter recuado 7,3% ao longo da semana passada. Além dos preços terem ficado mais atrativos, as ações da fabricante do PlayStation 2 foram alvancadas pela informação de que a companhia estaria negociando a compra de 10% de participação da Fuji Television Network Inc. Entre os novos componentes do Nikkei, a Advantest subiu 1,9%. A Advantest tem o maior peso entre todas as ações do Nikkei porque os preços dos papéis têm mais importância do que a capitalização de mercado das companhias.
O Softbank registrou uma valorização de 9,6%, em uma reação ao anúncio de que o grupo está comprando 10% da Dijaya Enterprise Bhd. por 103,8 milhões de ringgit, configurando o seu segundo maior investimento em uma empresa pontocom na Malásia. As ações da Hikari Tsushin, outro grupo investidor em projetos ligados à internet, teve o primeiro negócio dentr o da sessão normal da Bolsa de Tóquio desde o dia 30 de março. O papel chegou a subir, mas terminou em queda de 2 mil ienes, a 19.800 ienes. A empresa anunciou hoje que registou um prejuízo operacional de 12,99 bilhões nos seis meses até 31 de março, na comparação com um lucro operacional de 162 milhões, no mesmo período do ano passado.





