Nova York, 11 (AE-DOW JONES) - O Índice Dow Jones da Bolsa de Valores de Nova York fechou em novo recorde nesta quinta-feira (11), em alta de 1,08%, a 9.879,57 pontos, depois de chegar a apenas 67 pontos do nível psicológico de 10 mil pontos durante o pregão. A alta foi liderada pelas ações do setor financeiro, como Citigroup e Merrill Lynch, beneficiadas pela divulgação de novos indicadores econômicos.
O Departamento de Comércio dos Estados Unidos informou hoje que as vendas no varejo continuaram a subir em fevereiro, depois de uma alta muito superior à esperada em janeiro.
As principais bolsas européias fecharam em alta, seguindo impulso vindo dos fortes ganhos de Nova York e também de ganhos nas ações do setor de energia, principalmente de petróleo. A Bolsa de Londres subiu 1,51%, com o índice FTSE 100 em 6.335,70 pontos. Assim como o Dow Dones, o FTSE 100 fechou em novo nível recorde.
A Bolsa de Frankfurt fechou em alta de 0,70%, liderada pelas ações do setor bancário, com os investidores animados com a perspectiva de consolidação no setor. Em Paris, a Bolsa subiu 0 53%.
O Índice Nikkei da Bolsa de Tóquio fechou em alta de 0,14%, limitada pela realização de lucros. "Um movimento de realização de lucros e cautela, diante do elevado nível do Nikkei, derrubaram o índice no fim do pregão", disse um operador. Investidores disseram que, embora o ambiente permaneça favorável - taxas de juros baixas, sistema financeiro estabilizado e ativa reestruturação nas empresas -, o mercado começa a ficar "pesado". Um analista considera que o dólar teria de estabilizar-se próximo de 125 ienes para que o Nikkei possa testar com sucesso a barreira dos 16 mil pontos.
A Bolsa do México fechou em baixa de 0,69%, realizando lucros após cinco dias seguidos de fortes ganhos, por causa do panorama bastante positivo da economia mexicana. O IPC, que subiu 11% nos últimos cinco pregões, atingiu a máxima do dia em 4.874,30 pontos, alta de 3,1%, antes de os investidores iniciarem a realização de lucros.
A Bolsa de Buenos Aires fechou em alta de 1,79%, influenciada pela força do mercado acionário dos Estados Unidos. O Índice Merval atingiu hoje o nível em que estava antes da devalorização brasileira, 410,74 pontos.

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