Bolsa de Londres fecha em alta de 0,43%; Paris sobe 0,18%
Londres, 29 (AE-DOW JONES) - A Bolsa de Valores de Londres fechou com o índice FT-100 em alta de 29,4 pontos (0,43%), em 6.835,9 pontos. O volume ficou em 335,7 milhões de ações negociadas.
Segundo a Dow Jones, a alta foi liderada pelas ações do setor de seguros, em meio a especulações de que a Royal & Sun Alliance seria alvo de uma tentativa de aquisição. As ações da empresa subiram 10,8%; as da Prudential avançaram 2,96%.
As ações do setor elétrico caíram, devido ao temor de que as tempestades que têm atingido a Europa afetem o fornecimento de energia no Reino Unido (Scottish Power -4,48%, National Power -4 32%).
No setor de telecomunicações, as ações da British Telecom subiram 4,56%, devido a especulações sobre uma possível fusão com o Esat Group; as da Cable & Wireless subiram 3,8%.
Na Bolsa de Paris, o índice CAC-40 subiu 10,67 pontos (0,18%), para fechar em 5.837,75 pontos. A alta foi liderada pelas açõ es de empresas do setor de construção, como Saint Gobain (+3,6%) e Lafarge (+2,4%); elas foram beneficiadas pela expectativa de que seu faturamento cresça nos próximos meses, por causa dos danos causados pelas tempestades que têm atingido a Europa e especialmente a França.
As ações da empresa de resseguros Scor caíram 0,90%, depois de a empresa anunciar que seus lucros vão se reduzir por causa dos efeitos das tempestades. As da emissora de TV Canal Plus, que haviam subido 70% desde o começo do mês, fecharam em queda de 5 4% devido à realização de lucros. As do grupo Sodexho-Alliance caíram 4,1%, depois de sua subsidiária norte-americana, a Sodexho-Marriott, divulgar uma previsão de queda nos lucros.
Na Bolsa de Frankfurt, o índice Xetra-DAX recuou 1,96 ponto (0 03%) e fechou emn 6.859,58 pontos. As ações de bancos e seguradoras, que haviam impulsionado o mercado a nívels recorde na sem ana passada, cederam à realização de lucros (Deutsche Bank -2,8%, Bayerische Hypo und Vereinsbank -1,4%, Allianz -0 7%).
As ações da DaimlerChrysler subiram 3,0%, dando continuidade aos ganhos de segunda-feira, em reação à sua previsão de receita para 1999.





