BNDESPar será separada da área de privatizações do BNDES
ele foi um dos principais instrumentos de pressão pelos direitos dos acionistas minoritários junto à CVM. A BNDESPar detém, ao lado da Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, a maior incidência de participações minoritárias em companhias de capital aberto. Também por conta do cargo, Osório estreitou seu relacionamento com o relator da comissão que estuda a mudança na legislação, deputado Ermeson Kapaz (PSDB-RJ) e com o próprio Francisco da Costa e Silva, presidente da CVM, com quem tem bom trânsito. A interlocutores ele já disse que tentará ver aprovada ainda no ano que vem a nova Lei das SA.Por Irany Tereza Rio, 14 (AE) - A diretoria de Desestatização do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a empresa de participações do banco, a BNDESPar, devem ser separadas após a saída de José Luiz Osório. Até o dia 9 de janeiro, ele continua respondendo pelas duas diretorias. Depois disso, a área referente à privatização deve ser entregue a um técnico do próprio banco e a BNDESPar, a um executivo de fora, segundo especulações no próprio BNDES. A gestão de Osório na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a partir de 28 de janeiro, deverá ser marcada pela defesa da mudança na Lei das Sociedades Anônimas. Como diretor da BNDESPar





