Brasília, DF- Apesar de estarem trabalhando para cumprir a determinação judicial de bloquear o sinal dos celulares nos presídios, as operadoras desse serviço ainda não têm garantias técnicas de que o sinal será 100% bloqueado imediatamente nessas instituições.
Por outro lado, as medidas adotadas para inibir a comunicação nos presídios ''com certeza'' irão afetar os usuários do serviço, segundo admitiu o presidente executivo da Acel (Associação Nacional das Operadoras Celulares), Emerson Costa.
Isso porque, em alguns casos, para aumentar a eficiência do bloqueio do sinal nos presídios algumas ERBs (estações rádio-base) terão que ser desligadas, bloqueando o sinal também para quem está fora dos presídios. ''Não tem como desligar focado em um determinado ponto'', afirmou Costa.
Ele informou que as ações das empresas serão feitas de forma a prejudicar o mínimo possível os usuários, que deverão ser informados da medida por meio de comunicados oficiais a serem divulgados nos próximos dias.

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