Outras plantas também têm merecido o estudo de pesquisadores para comprovar seu benefícios à saúde humana. É o caso da Calendula officinalis, nome científico da calêndula. Em Londrina, a bióloga Juliana Cristina Marcarini, também da equipe do Laboratório de Genética Toxicológica da UEL, estuda a flor.
O objetivo, segundo a bióloga, é comprovar se a planta tem efeitos antimutagênicos e se pode ser usada para evitar o câncer. A calêndula já tem efeito comprovado como cicatrizante e é componente de várias pomadas com esse fim. Na cultura popular, o chá de suas pétalas é usado no tratamento de feridas. Juliana espera com sua pesquisa, iniciada há um ano, que a flor também possa ser utilizada na prevenção de câncer.(C.P.)

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