Bayer vai desligar sistema para evitar danos na virada do ano
mas o que nos faz ter ação redobrada com esse setor é que não se pode pensar apenas numa concessionária, mas na rede como um todo", afirmou Sampaio. Ele observou que, se houver problema em algum estado, os outros terão que derivar energia para garantir os serviços básicos. No segmento de telecomunicações, a preocupação da Bayer é com a quantidade de conexões. "A Embratel fez a parte dela, mas ficamos preocupados pela quantidade de empresas envolvidas", comentou Sampaio. Ele observou ainda que na área de comunicações por satélite as garantias contra o bug são menores. Todo o projeto Ano 2000 da Bayer custou US$ 3 milhões. Foram testados 50 sistemas específicos, os fornecedores de tecnologia tiveram que emitir laudos e informar sobre os procedimentos de testes. A Bayer vai funcionar normalmente até o dia 29, quando será feito back up e impressão de listagens críticas. No dia 30 será desconectado o sistema. No dia 1o. de janeiro de 2000, cerca de 200 funcionários estarão trabalhando em todo o grupo Bayer para dar o start-up à rede e verificar a operacionalidade dos sistemas, como o de contabilidade, emissão de notas fiscais e baixa em estoque. No programa de contingência, a Bayer fez estoque de todos os tipos de energia utilizados na operação da planta industrial e de todos os produtos que comercializa.Por Renata de Freitas São Paulo, 14 (AE) - A Bayer decidiu desligar os computadores na virada do ano para evitar danos ao sistema por problemas prolongados de energia elétrica. "Pior do que não ter energia, é ter oscilações danificando o equipamento", disse o gerente do projeto Ano 2000, Pedro Sampaio. A rede da Bayer, grande empresa da indústria química, tem entre 1200 e 1300 terminais. "Temos acompanhado informações pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)





