A presidente da Cooperativa dos Estrutiocultores do Paraná, Maísa Miró de Cordova, disse que os abates de avestruzes estão iniciando agora e que a carne ainda não é muito conhecida. ''Temos que nos unir para que o Paraná seja um nome único em avestruz'', disse.
O presidente da Cooperativa de Produtores de Carnes Nobres do Sudoeste do Paraná (Coopercarnes), Aryzone Mendes de Araújo, disse que a caprinocultura desenvolveu um programa para adequar a cadeia produtiva desde a produção até o consumidor final. O programa inclui a preparação de técnicos e a melhoria da genética com inseminação artificial, entre outros pontos.
O presidente da Cooperativa dos Produtores de Coelho do Estado do Paraná, Dirceu Alves do Carmo, contou que a entidade existe há três anos e reúne 23 produtores que produzem de 4 mil a 5,3 mil animais/mês. A cooperativa focou o trabalho nas instalações, na sanidade (sem uso de medicação) e na alimentação baseada em pasto e ração (sem medicação e produtos para crescimento). ''O nosso principal consumo é em São Paulo através de uma rede de supermercados francesa'', contou. (A.B.)

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