O presidente do Ibama, Eduardo Martins, diz que a autorização de corte de castanheiras no MT é uma experiência, restrita a uma região de fácil controle do escoamento da madeira. ‘‘Existem 3,5 milhões de metros cúbicos de castanheiras secas, o que pode manter as serrarias da região funcionando por cinco ou seis anos e injetar cerca de R$ 1 milhão na economia local’’, contabiliza. ‘‘Não acredito que a autorização vá fomentar a destruição de novas florestas, ao contrário, se o produtor pode tirar uma árvore, já seca, do meio da pastagem, a um custo muito inferior à extração da floresta, porque ele iria derrubar a mata?’’.
Martins afirma que o uso intencional do fogo para matar os castanhais e a prática de anelamento serão monitorados e, caso seja constatada a intenção de matar castanheiras para conseguir a autorização de corte, a portaria será suspensa.

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