Autoridades silenciam
Quando o milho finalmente começou a ser retirado do navio, anteontem pela manhã, o procurador da República Marcos Costa suspendeu novamente a operação, depois de advertir para a necessidade de se cumprir exigências da lei de Biossegurança, como a autorização formal dos ministérios da Agricultura, Saúde e Meio-Ambiente, critérios técnicos de descarregamento, estocagem e transporte, e a garantia de que o milho será usado como ração animal. Às 19 horas de anteontem, o milho voltou a ser liberado por decisão do TRF- 5ª região.
O vice-presidente do tribunal no exercício da presidência, Geraldo Apoliano, justificou sua decisão afirmando que o silêncio das autoridades em relação às recomendações constantes da legislação aplicável à espécie autoriza que se prossiga o desembarque. (A.E.)





