Aumento parece ser inevitável
Os técnicos do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) concluíram ontem a revisão das planilhas de acordo com o pedido de reajuste apresentado pelas seis concessionárias que atuam no Estado. Portanto agora, a decisão sobre conceder ou não o reajuste, é puramente política. A assessoria de imprensa do Palácio Iguaçu informou que não há data prevista para o anúncio desse decisão.
Em entrevista concedida ontem à uma emissora de televisão, o secretário estadual de Transportes, Wilson Justus, disse que o reajuste vai simplesmente repassar o custo da inflação acumulada no ano, e que o contrato prevê o reajuste no dia 1º de dezembro, dando a entender que o aumento acaba sendo inevitável, ainda neste governo.
A assessoria de imprensa do governo do Estado divulgou matéria ontem dizendo que, reduzindo a tarifa em 25%, o impacto já seria a suspensão de todas as obras e benefícios programados até 2021, quando termina o prazo de concessão. Se a tarifa fosse reduzida haveria apenas a conservação das estradas.
O secretário ressaltou ainda que a redução das tarifas teria impacto no repasse de Imposto Sobre Serviços (ISS) aos 87 municípios localizados às margens do Anel de Integração. Desde janeiro de 2000, já foram injetados cerca de R$ 45 milhões nos cofres desses municípios, provenientes do imposto sobre o pedágio.





