Aumento do mínimo para US$ 100 não é proposta do partido, diz Bornhausen
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2000
por Nelson Breve 
Brasília, 10 (AE) - O presidente do PFL, Jorge Bornhausen, distribuiu há pouco nota esclarecendo que a possibilidade de aumento do salário mínimo para US$ 100,00 com abono de US$ 50,00 para quem ganha até dez mínimos (R$1.360,00) não é uma proposta do partido. Segundo a nota, a correção do mínimo está entre as propostas que serão estudadas pela comissão constituída ontem no partido. A nota informa que a proposta foi apresentada à comissão pelo deputado Luiz Antônio de Medeiros (PFL-SP).
"O PFL, com responsabilidade, reconhecendo as necessidades do trabalhador brasileiro e consciente das repercussões do reajuste, principalmente nas contas da Previdência Social , dos governos estaduais e das prefeituras municipais, aguardará o estudo final da comissão para apresentar como é de seu dever, sugestões definitivas e concretas sobre o assunto de tal relevância", diz a nota. A nota afirma ainda que "o PFL está enfrentanto a discussão sem pretender vantagens eleitorais, sem abrir mão de sua permanente luta pela austeridade, mas procurando a melhor solução para um problema que não pode deixar de ser debatido com clareza pelos partidos, pela sociedade e pelo governo".


