Atraso gera protesto de professores
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Diogo Cavazotti<br> Equipe da Folha 
Curitiba - Professores de diversas partes do Paraná se reuniram na manhã de ontem, no Centro de Curitiba, para realizar um ato contra a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) promovida por cinco governadores do País, inclusive o do Paraná, Roberto Requião, questionando a Lei Federal 11.738/2008, que criou o piso salarial para o magistério público.
Aproximadamente 250 pessoas, entre membros de sindicatos e profissionais contratados participaram do protesto, que integra as atividades do Dia Nacional de Luta pelo Piso Salarial Nacional, promovido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.
Aprovada há um ano, a lei do piso salarial para a categoria não saiu do papel, pois o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não votou a ação promovida pelos governadores. Enquanto o STF não julga o Adin, a legislação não pode ser colocada em prática.
Com a lei, O piso salarial ficou estipulado em R$ 1.132,40, com o reajuste feito em janeiro, e é válido para professores com magistério, que trabalham 40 horas semanais em séries de 1ªa 4ªHoje, o salário para estes profissionais no Paraná é de R$ 1.033,12, uma diferente
de 8,7%.
A FOLHA entrou em contato com a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Educação do Paraná para comentar sobre o protesto, mas não obteve retorno.


