Rio, 24 (AE)- Ativistas do grupo Greenpeace estão acorrentados aos portões da sede da Petrobrás, no centro do Rio. O protesto foi organizado para convocar os funcionários da empresa a não trabalhar no prédio, e sim, ajudar na limpeza das praias atingidas pelo óleo que vazou de um duto da companhia, na semana passada. Na cidade há três dias, os ambientalistas do Greenpeace querem uma audiência com o presidente da estatal, Henri Philippe Reichstul, e exigem três medidas urgentes: indenização imediata de pescadores atingidos pela mancha de óleo
maior empenho e energia por parte da Petrobrás na contenção do avanço do desastre ambiental e a proposta mais polêmica - a remoção da Refinaria de Duque de Caxias das margens da Baía de Guanabara. Apesar do protesto, não está sendo impedida a entrada de funcionários da Petrobrás na empresa. Ainda não há um posicionamento oficial da Petrobrás se a empresa vai ou não receber os ambientalistas.

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