Até os filhos perceberam diferença
(Re)descobrir a natureza feminina e usar o período pré-menstrual como uma oportunidade mensal para o autoconhecimento, ''ou mesmo para 'rodar a baiana' e dizer o que sente'' - segundo a ginecologista Lisete Benzoni, pode ser um alívio para quem sofre com a TPM.
É o caso da comerciante Meire Mantovani de Souza, de 34 anos. Casada e mãe de dois filhos, Matheus, de nove anos, e Letícia, de três anos, ela conta que sempre se sentiu muito mal no período pré-menstrual. ''Era dor de cabeça, mal-estar e irritação. A gente tem vontade de 'torcer' o pescoço de todo mundo'', lembra. E o pior, é que apesar dos sintomas, ''a maioria das pessoas acha que é frescura ou que a gente está exagerando''.
Meire participou da oficina sobre TPM porque queria saber mais sobre o assunto, e ficou aliviada com a possibilidade de ''ganhar'' com o período. ''É um momento que a mulher tem para olhar mais para si mesma e para fazer algo que traga benefícios, e não para valorizar o lado ruim da TPM'', afirma. No caso dela, a pintura e a catequese para crianças ''substituíram'' a TPM. ''Até meus filhos já perceberam a diferença no humor''. (C.P.)





