A cura para o vitiligo pode ser um grande alívio para muitos que convivem com a doença. Há cerca de três anos, a professora Itelvina Nogueira da Silva, 51 anos, moradora de Santo Antônio da Platina (Norte Pioneiro) descobriu o vitiligo e até hoje não se sente bem com a despigmentação da pele que, no caso dela, atingiu principalmente a região do rosto, pescoço e mãos.
''No início tinha aparecido uma mancha no olho e eu não me importei muito. Depois começou a piorar e então procurei um dermatologista. Logo ele constatou a doença e então comecei tratamentos com a fototerapia. Os médicos dizem e eu sei também que a causa é emocional. Desde o começo do ano comecei a fazer homeopatia e sinto uma melhora significativa. Só a mancha do olho já melhorou 90%'', diz.
Hoje Itelvina entende a doença de forma mais tranquila, mas a professora confessa que não a aceita totalmente. ''É um transtorno. Até hoje eu não aceito. Com certeza a cura da doença será um grande alívio não só pra mim mas para todos que convivem com esse problema'', desabafa. (F.B.)

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