Assuel reivindica implantação de carga horária diferenciada
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terça-feira, 20 de agosto de 2013
Danilo Marconi<br>Reportagem Local 
Londrina Servidores técnico-administrativos da Universidade Estadual de Londrina (UEL) realizaram ontem protesto pela manutenção de carga horária diferenciada para 12 carreiras dentro da instituição. O Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), implantado ano passado, prevê que esses profissionais cumpram carga horária de 40 horas semanais, como estabelece o Estatuto do Servidor, mesmo que grande parte dos funcionários tenha sido contratado pela regras da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Os servidores fizeram protesto em frente ao Hospital universitário (HU) e ocuparam as galerias da Câmara Municipal e pediram apoio de vereadores.
Seriam atingidos diretamente pela medida 1,2 mil profissionais na UEL, entre médicos, enfermeiros, odontologistas, radiologistas, fisioterapeutas, jornalistas, assistentes sociais e telefonistas.
"O governo propôs aumento da carga horária, sem mesmo reavaliar o salário desses funcionários", argumentou o presidente do Sindicato dos Servidores (Assuel), Marcelo Seabra.
A Secretaria Estadual de Administração e Previdência (Seap) analisa a questão desde maio, mas até agora não apresentou parecer oficial sobre a questão. O prazo vence dia 31. "O problema é que emitiram um documento com uma data limite, mas não apresentaram nada para a categoria e isso cria uma insegurança grande", desabafou Seabra. A assessoria de imprensa da Seap informou que o caso está sendo analisado.


