Para o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Técnico-Administrativos da UEL (Assuel), Marcelo Seabra, o período de greve serviu para mostrar a falta de preocupação do governo com o serviço público e com os servidores. "Não fosse a proposta feita pela Assembleia Legislativa, que nos atendeu em partes, o impasse estaria até agora sem solução", criticou. Seabra disse que a Assuel vai fiscalizar o termo assinado por líderes do governo em que se comprometem a fazer repasses, contratar pessoal e abrir uma mesa de negociações. "Só aqui na UEL é necessária a contratação de 400 servidores, principalmente para o Hospital Universitário, onde os profissionais trabalham sem férias, dobrando escalas. Isso tudo compromete a qualidade do serviço". (C.F.)

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