A médica boliviana Olga Lili Aida Akstein, de 55 anos, foi encontrada morta quinta-feira à noite em seu apartamento, na Avenida Atlântica, em Copacabana, no Rio. A médica foi estrangulada com fios elétricos e tinha mãos e pés amarrados. A polícia fluminense já tem o retrato-falado do suposto assassino. Olga era síndica do prédio e foi vista pela última vez na quarta-feira, quando autorizou o porteiro José Batista da Silva a deixar subir ao apartamento um homem identificado como Ibrahim. Ele teria se interessado em comprar um rádio anunciado pela médica num jornal. Mas até ontem à tarde, nenhum suspeito havia sido preso.

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