Belém, PA- O pecuarista Adilson Prestes, de 26 anos, que vinha denunciando o crime organizado no sudoeste do Pará, foi assassinado na manhã de sábado, com seis tiros na cabeça e no peito por dois pistoleiros em Novo Progresso. Ele tinha acabado de chegar em casa, desceu de sua motocicleta e abria o portão quando foi surpreendido. Na semana passada, Prestes disse que estava jurado de morte pelo madeireiro Rubens Ilio e por policiais militares de Moraes de Almeida, um distrito do município de Itaituba.
A irmã dele do pecuarista, Ivanilde Preste, disse que ele ''morreu que nem um cachorro nas mãos dos pistoleiros''. Ela disse que está também jurada de morte, juntamente com seus três filhos.

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