A asma ainda pode causar alterações no tórax, resultando em posturas alteradas, como ombro retraído, abdome para frente e pescoço encurtado. Isso acontece porque o pulmão fica muito cheio de ar, sem troca gasosa.
  ‘‘A avaliação tem que ser muito bem feita para detectar essas alterações, como a criança que tem respiração bucal, por exemplo’’, explica Márcia Aoki, alertando que algumas alterações posturais poderão ser irreversíveis, se não corrigidas a tempo.
  A fisioterapia respiratória, segundo a fisioterapeuta Josiane Marques Felcar, ainda pode ser usada no tratamento das doenças pulmonares obstrutivas crônicas (DPOC), como enfizema e bronquite crônica. ‘‘É um procedimento não invasivo, que melhora bastante os casos de patologias respiratórias’’, avalia. Também é usado em pacientes de unidades de terapia intensiva (UTIs) ou que passaram por cirurgia de grande porte. Esses pacientes, diz Josiane, ficam mais acamados e têm mais tendência a acumular secreção no pulmão. (C.P.)

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