Bailarina profissional, Bruna Martins, de 22 anos, pratica balé clássico desde os quatro anos de idade e sabe o que é conviver com a dor. Integrante do Balé de Londrina há quatro anos, ela tem uma rotina de seis horas de treinamento diário ''puxado''. ''A dor é inevitável. No balé, o corpo precisa fazer movimentos para os quais não foi feito'', brinca.

Com o Rolfing, as dores ainda estão lá, mas cada vez com menos intensidade e menos frequente. ''Antes tinha muita dor, no corpo todo, agora melhorou muito''. Ela conta que todo o grupo aderiu ao tratamento com o método e que o número de lesões tem diminuído, assim como as reclamações de dor. E as ''tarefas'', exercícios feitos entre as sessões de Rolfing, já foram incorporadas ao treinamento.

A dentista Dalva Inês Danbros, esposa de Valério, conta que usa o método para compensar a postura errada e característica dos dentistas. ''Essa manutenção é importante, porque se eu não faço, fico com dor na cervical'', diz.(C.P.)

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