1) Integração dos cursos de alfabetização a programas de inclusão social. Por isso, a fusão das duas secretarias em uma só. Uma das consequências é que o programa de alfabetização de jovens e adultos volta a ter um orçamento de R$ 387 milhões, o mesmo de 2003. Na previsão, o valor havia caído para R$ 124 milhões. Além disso, os cursos do Brasil Alfabetizado passam a ter duração de oito meses, não mais seis.
2) Implementação do Fundeb, um fundo para financiar o ensino básico e substituir o atual Fundef (direcionado apenas para alunos de 1 a 8 série).
3) No ensino profissional, o MEC pretende criar mecanismos que garantam o financiamento permanente do setor. ''Hoje temos um gasto no país que chega a R$ 8 bilhões ao ano com ensino tecnológico, mas não sabemos o retorno disso'', disse o secretário-executivo do ministério.
4) A reforma universitária, cujo projeto deve ficar pronto até novembro, será a prioridade no ensino superior. Entra nesse item a reformulação do Conselho Nacional de Educação.

mockup