Arquiteta pagou R$ 350 para cremar cachorra
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terça-feira, 20 de maio de 2008
Diego Ribeiro<BR>Equipe da Folha 
Curitiba - Embora a cremação pareça algo distante da população em geral, até os animais de estimação contam com o serviço. A cadelinha da raça pinscher, Zélia, que foi apelidada de Nala, foi cremada, recebeu um certificado de cremação e uma homenagem eterna de sua dona, a arquiteta curitibana Fabiula Carazzai, 24 anos.
Nala tinha 14 anos, em 2006, quando morreu vítima de um tumor no pulmão. Dois anos antes, a pinscher sofreu um derrame, que resultou em uma tetraplegia. Após algum tempo de acupuntura, a cadelinha voltou a caminhar. ''Ela era minha protetora. Depois eu virei a protetora dela. Ela me defendia de todo mundo'', afirmou Fabiula.
A arquiteta conta que pagou cerca de R$ 350 na cremação de seu animal de estimação. ''Cremei ela porque queria tê-la para sempre'', explicou. Fabiula lembra que Nala era sua maior companheira. ''Eu levava ela para trabalhar, fazia tudo com ela. Ela significava para mim amizade, companheirismo'', disse a arquiteta, que pretende um dia jogar as cinzas de sua cadelinha em um lugar bonito, na natureza.
O município de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, já possui um crematório para animais. O Pet World Crematório cobra entre R$ 100 e R$ 500, dependendo do porte do animal. Além de Colombo, o crematório tem filial em Maringá. O serviço prevê entrega das cinzas, a urna e o transporte do animal. (D.R.)


