a agência já teve de rejeitar, por exemplo, projetos setoriais para os segmentos de carpetes e de serviços de engenharia porque
pelo porte, as empresas não puderam ser classificadas como micro ou pequenas, como exige o Sebrae. "Esse impedimento vai acabar", afirmou. Ela frisou que, com a autonomia da Apex, também será reduzida a burocracia para a aprovação dos projetos que, além de passar pela Apex, têm de ser discutidos e aprovados pelo Sebrae. "Agora, a tramitação será toda feita na Apex", disse. A ex-ministra acredita que a oportunidade de buscar recursos em outras fontes multiplicará o orçamento anual da Apex, atualmente em R$ 60 milhões. A Apex dá apoio a projetos setoriais integrados para diversar áreas, como móveis e fruticultura, e projetos de formação de consórcios, como os de vestuário e jóias
já em andamento.Por Paula Puliti São Paulo, 25 (AE) - A Agência de Promoção de Exportações (Apex) vai ganhar um novo perfil com o fortalecimento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio como pasta formuladora da política de comércio exterior. A agência, criada por decreto em 1997 para atuar no âmbito do Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), passará a ter personalidade jurídica e autonomia de gestão. Na prática, a mudança significa que a Apex poderá buscar recursos de outras fontes, além do Sebrae, e apoiar empresas de qualquer porte, não se limitando às micro e pequenas, como vinha fazendo até então devido à ligação com o Sebrae. Segundo a gerente especial da Apex, ex-ministra Dorothea Werneck

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