Os animais resgatados mortos pela Polícia Ambiental são enterrados ou são encaminhados para a Universidade Estadual de Londrina para serem taxidermizados ou, dependendo da localidade em que o acidente ocorreu, para o Museu Histórico de Cornélio Procópio (Norte Pioneiro). Quando vivos, são levados aos hospitais veterinários e depois de recuperados vão para centros onde são treinados para retornarem aos seus habitats naturais.

Mas a grande maioria dos animais atropelados, afirma a soldado Camila Reina, não resiste. Apenas 30% são resgatados com vida, mas destes, poucos sobrevivem. "Fazemos palestras e ações de conscientização com motoristas nas rodovias, fazemos ações em empresas e escolas. A gente ensina os pequenos e eles cobram dos pais as medidas preventivas que aprendem, mas a gente sabe que precisa de mais ações. Nas rodovias, as placas que alertam sobre presença de animais na pista muitas vezes estão umas sobre as outras. Também há muita falta de atenção e excesso de velocidade."

Na região de Londrina, os motoristas que atropelarem ou encontrarem animais silvestres atropelados na pista – vivos ou mortos – devem ligar para a Polícia Ambiental, no número (43) 3341-7733. (S.S.)

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