A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Londrina (Apae) tem nove deficientes mentais empregados em empresas do município. Eles trabalham em serviços gerais e de limpeza, atendentes de escolas e lanchonetes e porteiros. ‘‘Temos uma equipe que faz a conscientização dos empresários’’, explica a diretora da Apae, Ana Cássia Jorge Cestari.
Segundo ela, não é difícil encaixar os deficientes mentais no mercado de trabalho. ‘‘Por causa da legislação, as empresas têm nos procurado mais. Os deficientes são pontuais, atentos e sérios’’, enfatiza. ‘‘Todos os alunos preparados estão empregados. Uma outra turma está em fase de preparação para o trabalho’’, conta.(C.L.)

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