Anulado o julgamento de skinheads
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2002
Agência Estado 
São Paulo - Depois de 14 horas de depoimentos, o julgamento de dois skinheads acusados de matar o adestrador de cães Édson Néris da Silva em fevereiro de 2000 foi anulado. Para o juiz Luís Fernando de Barros Vidal, houve insuficiência de provas para a defesa da acusada Regina Sarã. A decisão do juiz não agradou o advogado da ré, que classificou como absurda a posição do magistrado.
Por causa da decisão, o júri acabou sendo dissolvido por insuficiência técnica da defesa e o caso pode acabar se transformando num processo junto à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Já para os advogados de Roberto Fernando Gros, a anulação do julgamento também prejudicou a defesa do réu.


