Rio Branco, 28 (AE) - Um acidente com uma Toyota provocou a morte dos antropólogos Dagmar Benedita Motta e Antônio de Jesus Santos, e deixou gravemente feridos o cientista social Éden Magalhães, o professor Jorge Bruno Sales e o garoto Rafael Augusto da Silva, de 12 anos, hoje, no Amazonas. Todas as vítimas trabalhavam para o Conselho Indigenista Missionário (Cimi). O acidente aconteceu por volta das 10h30.
Santos dirigia o veículo adquirido na semana passada pelo Cimi para servir ao escritório de Boca do Acre, no Amazonas. Os indigenistas saíram de Rio Branco para participar da solenidade de posse de Dagmar como coordenadora geral do conselho na região Sul do Amazonas. Ele vinha transferidade de Cruzeiro do Sul (AC). Na altura do KM 180, próximo de Boca do Acre, Santos errou a manobra ao fazer uma curva, perdeu o controle do carro que, desgovernado, capotou várias vezes a mais de 100 KM por hora. O motorista e Dagmar morreram na hora. Os três sobreviventes foram levados de avião para Rio Branco. O corpo de Dagmar foi enviado para São Paulo (SP) onde vive sua família.

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